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 | Videoinstalação: O Inferno de Narciso
Referenciada a partir do Mito de Narciso, no livro Metamorfoses de Ovídio. Essa obra trata da relação do espelhamento e da relação narcísica em nossa sociedade. Sendo o presente trabalho a primeira vídeoinstalação que realizei e que sou autoprotagonista. Participou da coletiva Terrenos, em agosto de 2000, no Goethe Institut da Bahia. |  | Videoinstalação: Corpos Interditados
A abordagem é focada na relação entre o corpo que não pode sofrer intervenções e o corpo modificado, fazendo esse discurso através da arte tecnológica, meio através do qual, corpo e máquina se fundem. Diversas estruturas, similares a expositores de grandes magazines “apresentam" os corpos e suas insatisfações. Realizada em agosto de 2002, no Goethe Institut da Bahia no evento Interarte. |  | Videoinstalação: O corpo como inscrição de acontecimentos
O conceito do trabalho é apresentar o corpo com suas cargas sociais, econômicas e históricas implícitas. O Corpo mostrado nesse recorte obedeceu ao seu lugar e sua memória coletiva. A superação e o melhor desempenho; o corpo sadio e veloz. Esses pontos nortearam o trabalho, contrapondo com imagens de vídeo-texto, às imagens em que os modelos aparecem com seus corpos inacabados. Realizada em outubro de 2003, no Museu de Arte Moderna da Bahia.
|  | Videoinstalação: Passarela
A vida como fenômeno estético e a aparência sobreposta à verdade, são conceitos dessa videoinstalação que dialoga imagens de “Camas hospitalares” - signo dos ajustes e manipulação do corpo em estado de transformação e regeneração – com imagens virtuais capturadas em eventos de moda e em irônicas “passarelas” da tônica social. Realizada em outubro de 2001, na Galeria ACBEU integrando a exposição coletiva Espaço Privado.
|  | Videoinstalação: Um soco na Imagem
O interesse por expressar o rompimento e a apropriação de minha própria imagem foi determinante para o início da pesquisa com o corpo. A despeito da fotografia e do vídeo, existem outras maneiras de capturar a imagem, o espelho, sobretudo, é a principal forma de registrar o nosso corpo. Dessa maneira, a poética aqui inscrita instaura os procedimentos necessários para sistematizar a pesquisa e a construção do novo projeto.
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